Thursday, February 4, 2016

ICSEMIS 2016

O prazo para envio de trabalho para a Convenção Internacional de Ciências, Educação e Medicina no Esporte - ICSEMIS 2016 foi prorrogado - 29 de fevereiro.
Deadline for online abstract submission was extended for the International Convention on Science, Education and Medicine in Sport - ICSEMIS 2016- February 29th

Site:http://www.icsemis2016.org

Thursday, January 28, 2016

Atleta com deficiência visual

O atleta com deficiência visual apresenta duas caracteristicas funcionais a privação total ou parcial da visão.
Essa condição limita o processo de desenvolvimento do atleta, não apenas numa perspectiva transversal na entrada de informação, mas ao longo da vida.
A orientação espacial é uma construção que depende de variáveis como experiência motora, resíduo visual, função auditiva, sistema vestibular ou cinestésico.
O vídeo a seguir, mostra a construção da orientação espacial por um rapaz cego, que não tem nenhum resíduo visual e que estabeleceu recursos para interagir com o meio e as pessoas de maneira a obter informações mais relevantes. A limitação visual diminui a velocidade de respostas do meio, quanto menor a informação visual, menor tende a ser a resposta frente ao estímulo. No entanto, estratégias podem ser adotadas para mapear o meio e criar “caminhos" para a orientação espacial, no caso do rapaz a audição foi usada como um “sonar”.

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O material utilizado na Conferência de Para-atletismo do IPC com o título “Criando o Ambiente Certo para o treinamento dos atletas com deficiência visual” visou entender elementos fundamentais no desenvolvimento da pessoa com deficiência visual.
Nesse, setido a orientação espacial é o primeiro passo para esse processo, no entanto essa e é tratado de maneira superficial na apresentação em virtude do universo a ser explorado.
O aspecto mais relevante é fundamental, na abordagem é o entendimento da condição da deficiência, pois essa permite estabelecer qual são as possibilidades e limitações inerentes àquela pessoa. Desse modo entender o processo biológico é fundamental para estabelecer a rotina pedagógica.

Nas provas de corrida a principal abordagem é a relação entre guia e o atleta com deficiênvia visual.
A orientação espacial de atletas cegos nas provas de lançamento e arremesso deve ter o auxílio de um guia. No entanto, esse não pode criar um ambiente onde o atleta não se desenvolva. Tal situação estaria condicionada ao Guia privar o atleta da exploração do meio e de sua autonomia, como por exemplo, durante a orientação espacial, pré e pós evento.
Quando vemos a atleta Assunta Legnante, da Itália, realizando seu lançamento podemos entender essa possibilidade. Embora, não podemos ignorar que a atleta perdeu a visão depois de uma longa jornada olímpica, na qual disputou diversas competições em nível mundial.

Já tratamos o Salto em distância para atletas com deficiência visual no Blog, no entanto vale resgatar alguns conceitos. A questão do treino de velocidade é algo extremamente relevante, pois a distância do salto está associada com a velocidade de deslocamento, para isso não basta apenas as corridas orientados pelo som das palmas, o atleta necessita treinar com o apoio de um atleta guia em parte de seu treinamento. Enquanto que número de passadas ou a distância que o atleta deverá percorrer será dependente e associado com a capacidade de aceleração e resistência da velocidade, no entanto uma limitada orientação espacial, impactará na capacidade de deslocar-se velozmente dentro da pista em virtude da sensação de insegurança ou pela incapacidade de correr em linha reta.

Saturday, January 9, 2016

Atleta Amputado

O Treinamento de atletas amputados passa por uma série de ajustes físicos (p.e.- fisiológicos e de biomecânica), psicológicos (p.e. - imagem corporal) e de ajustes de carga em virtude das características da amputação ou má formação da estrutura.

A mecânica de corrida ou de salto do atleta depende em primeiro lugar do nível da amputação. A perda ou comprometimento das estruturas articulares impacta diretamente na performance. Podemos colocar numa relação direta que quanto mais estruturas preservadas, mas eficiente será o movimento.


Os resultados de Markus Rehm no salto em distância cruzaram definitivamente a questão da performance, superando no ano de 2015 os melhores resultados de atletas olímpicos. No entanto, como já discutimos no blog (Corpo Eficiente ou Super Corpo) essa eficiência tem de ser analisada e entendida, não apenas para melhorar a performance dos atletas paralímpicos, mas para entender que a comparação com os atletas olímpicos pode não ser adequada.


Prova do Salto em Distância T44 no Mundial de Atletismo do IPC em Doha, 2015.

A revisão sistematica de Bragaru e colaboradores, em 2011, mostra a gama de estudos que são realizados com essa população e os efeitos do exercício físico no e pelo esporte. Levando em consideração aspectos biologicos e mecânicos ou de participação e percepção do corpo.


O processo pedagógico do treino e características dos atletas podem ser encontrados em vários materiais técnicos e artigos. Já mostramos o manual em uma postagem de 2012, mas vale a pena traze-lo novamente, pois o material trata de amputações de membro inferior e superior em seus vários aspectos.

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Estudos tem sido cada vez mais frequentes, para os atletas amputados de membro inferior. Taboga e colaboradores (2014) mostram os efeitos do atleta amputado na saída do bloco. Fase mais sensivel na performance dos atletas, uma vez que a perda do equilibio nos bi-amputados e grande e relação bilateral nos amputados de uma perna também influenciam na performance.


No Brasil, numa parceria entre o Núcleo de Alto Rendimento São Paulo e o CPB foi realizado a comparação entre atletas com bi-amputação e o Campeão Brasileiro dos 100 mts. Os resultados mostraram vantagens e desvantagens na corrida do atleta amputado em relação ao atleta sem deficiência. Podemos ver alguns desses pontos na matéria capitaneada pelo Guilherme Roseguini e vinculada no Esporte Espetacular.


Referências
Bragaru, M., Dekker, R., Geertzen, J. H. B., & Dijkstra, P. U. (2011). Amputees and sports: A systematic review. Sports Medicine, 41(9), 721–740. http://doi.org/10.2165/11590420-000000000-00000

Mcphan, J. (n.d.). Preparing Amputee Athletes: THE AUSTRALIAN APPROACH.

Taboga, P., Grabowski, A. M., di Prampero, P. E., & Kram, R. (2014). Optimal Starting Block Configuration in Sprint Running; A Comparison of Biological and Prosthetic Legs. Journal of Applied Biomechanics, In Press, 381–389. http://doi.org/10.1123/jab.2013-0113

Sunday, January 3, 2016

ICSEMIS 2016




A Convenção Internacional de Ciências, Educação e Medicina do Esporte - ICSEMIS 2016 terá como temática "Saying Yes to Diversity in Sport“. Esse evento tradicionalmente ocorre no mesmo país sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.



O evento ocorrerá entre 31 de agosto e 4 de setembro, exatamente na transição entre os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.


São Organizadores do evento a Universidade Federal de São Paulo, Comitê Paralímpico Internacional, Federação de Medicina do Esporte e o Conselho Internacional de Ciência do Esporte e Educação Física ICSSPE


SantosConvido a todos a visitarem o nosso site e submeterem trabalhos até o próximo dia 31 de janeiro.

ICSEMIS 2016

The International Convention on Science, Education andMedicine in Sport - ICSEMIS 2016  will have as theme " Saying Yes to Diversity inSport".
This event traditionally takes place in the same country host theOlympic and Paralympic Games.

The event will take place in Santos betweenAugust 31 and September 4 , exactly at the transition between the Olympic andParalympic Games.

Past Events
Event organizers are the FederalUniversity of São Paulo UNIFESP,  International Paralympic Committee IPC, Federation ofSports Medicine FISM and the International Council of Sport Science and PhysicalEducation ICSSPE
Santos City
I invite everyone to visit ourwebsite and submit abstract until next January 31.

Sunday, November 29, 2015

Analise da corrida de velocidade de atletas cegos

A análise descritiva proposta no estudo do Grupo de Espanhóis liderados por Miguel A Torralba, possibilitará o melhor entendimento da dinâmica de corrida dos atletas cegos finalistas de Jogos Paralímpicos.

Torralba, M. Á., Padullés, J. M., Braz Vieira, M., & Olson, H. (2014). La Carrera De Velocidad En Personas Con Discapacidad Visual.  Revista Iberoamericana de Ciencias de La Actividad Física Y El Deporte, 3(3), 14–23.

O estudo mostra o perfil dos atletas e seus resultados comparando-os com atletas olímpicos finalistas de mundiais de atletismo de modo a entender as diferenças e as características que podem potencializar a performance dos atletas paralímpicos.


Wednesday, November 11, 2015

Associação entre performance em provas de velocidade e testes de salto durante duas temporadas de preparação

Estudo da performance de atletas com deficiência visual no atletismo


Loturco, I., Winckler, C., Kobal, R., Cal Abad, C. C., Kitamura, K., Veríssimo, A. W., … Nakamura, F. Y. (2015). Performance changes and relationship between vertical jump measures and actual sprint performance in elite sprinters with visual impairment throughout a Parapan American games training season. Frontiers in Physiology, 6(November), 1–8. http://doi.org/10.3389/fphys.2015.00323

O artigo faz parte do programa de avaliação dos atletas do Comitê Paralímpico Brasileiro e contribuiu para nortear o processo de evolução dos atletas Brasileiros ao longo dos anos de 2014 e 2015.

Para Baixar o artigo clique aqui!

Tuesday, November 18, 2014

Vídeos sobre corrida em cadeira de rodas

A construção do conceito técnico do atleta cadeirante e de seu treinador é elemento fundamental para o desenvolvimento da performance.
Nesse sentido buscar informações de especialistas ou compilar imagens de competições em diferentes classes, pode ajudar nesse processo.

O objetivo desse post é entender algumas caracteristicas da cadeira de rodas e de sua utilização. Não esquecendo aspectos históricos e de desenvolvimento. Tudo isso norteado por materiais produzidos e disponibilizados por Comitês Paralímpicos Nacionais e Internacional.

A construção de uma cadeira de rodas da marca TOP END é mostrada no pequeno documentário da Discovery Channel que apresenta desde a medição das caracteristicas dos atleta, até a confecção das diferentes peças do equipamento.

O vídeo em espanhol, feito para divulgar os Jogos Parapanamericanos de Guadalajara, mostra conceitos básicos sobre a cadeira de Rodas e a corrida.

O vídeo conduzido por Cris Cohen mostra o descritivo dos componentes, partes e ajustes da cadeira de rodas de corrida.

O vídeo sobre as Técnicas Básicas de corrida é a segunda parte do anterior. Esse passa por elementos da técnica de largada em aproveitar o “vácuo” produzido pelos adversários no percurso, além de outros aspectos técnicos.

O vídeo canadense a seguir mostra, outro enfoque, nos Conceitos básicos de preparação do atleta ao utilizar a cadeira de rodas.

A confecção de luvas para corrida em cadeira, talvez seja um dos processos mais interessantes no desenvolvimento do atleta cadeirante. As mesmas podem ser adquiridas no exterior e tornarem-se assim um objeto de muito cuidado, pelo preço e dificuldade de acesso. Outro caminho é a confecção do equipamento e a moldagem do mesmo conforme as especificidades da mão do atleta.

A Transferência para a cadeira de corrida de competição depende de alguns fatores básicos como a limitação motora do atleta e a técnica (relação atleta-cadeira) usada. O vídeo a seguir mostra alguns conceitos e ajustes da cadeira para um atleta na posição kneeling ou ajoelhado.


A Análise técnica dos movimentos de Toque das rodas de uma cadeira de rodas de corrida por multiplos ângulos e frequências permite o entendimento com maior facilidade. No vídeo é possível ver o ponto de contato no aro de impulsão e o torque que ocorre por mais mais de 180 graus.

Os Jogos de Barcelona 1992 são o divisor de águas entre uma era romantica e a moderna dos Jogos Paralímpicos. Foram nesses Jogos que as cadeiras de competição começaram a ter o formato mais parecido com o atual. No entanto, pode-se analisar a diferença de técnicas e de intensidade da corrida. O vídeo mostra uma prova de 800 metros.

A anáise da Corrida em Cadeira de Rodas feita por atletas em diferentes classes permite a visualização das técnicas ajustadas as funcionalidades de movimento.

Prova de corrida em cadeira de rodas classe T51 (atletas tetraplégicos)


Prova de corrida cadeira classe T52 (atletas tetraplégicos com boa funcionalidade de membros superiores)


Prova de corridas em cadeira classe T53 (atletas paraplégicos com boa funcionalidade de membros superiores, mas limitada função de tronco)


Prova de corrida em cadeiras classe T54 (atletas paraplégicos com boa funcionalidade de membros superiores e boa função de tronco)


Prova de revezamento classe T53-54


Conhecer a história é fundamental para entender modos de desenvolver a modalidade. A competição de slalom fez parte dos Jogos paralímpicos até o começo da década de 1980. O resgate desse conceito pode ajudar atletas e treinadores a utilizarem esse jogo no processo pedagógico dos atletas.


O link a seguir Cadeira conceito leva a uma página, no qual se mostra um design futurista de uma cadeira de corrida que adota ajustes aerodinâmicos mais adequados ao esporte.

Thursday, March 6, 2014

Novos Bancos de Lançamento



Com a mudança das regras no final de 2013, o lançamento nas provas das classes 51-58 e 31-34, passaram a ter uma nova dimensão, já que os atletas tem de permanecer sentados o tempo toda no Banco de lançamento. Nesse sentido, o IPC Athletics fundiu as classes F57 e F58, numa nova classe F57.


O Banco de lançamento apresenta uma série de medidas, que não diferem muito das antigas, deve ter no máximo 75 cm de altura já contando as almofadas (regra 35.1.a), não pode ter estrutura que armazene energia elástica e restitua essa no momento do lançamento. Bem como não pode ter estrutura articulada ou elástica no encosto ou suporte lateral, sendo que esses devem ser usados para a segurança do atleta (regra 35.1.c). O Banco pode ter uma barra de apoio rígida, essa deve ser em peça única, em linha reta e sem curvas ou dobras, e com um perfil transversal circular ou quadrado, não podendo ser oval ou retangular, Não deve ter molas, articulações móveis ou qualquer outra característica que possam ajudar com a propulsão do implemento (regra 35.1.e).
 

O ponto básico na regra diz respeito a posição do sujeito no assento.  O assento deverá ser retangular ou quadrado, com no mínimo 30 centímetros de comprimento (Regra 35.1.b). Nesse ponto cabe a individualidade de cada usuário do equipamento, uma vez que a Regra 36.1.a define como posição sentada, quando o atleta está com a Tuberosidade Isquia, coxa e parte posterior do joelho encostado no assento da cadeira (Imagem 1).
Imagem 1


O atleta pode posicionar suas pernas conforme as 3 figuras a seguir (imagem 2, imagem 3 e imagem 4), com as pernas paralelas, afastadas lateralmente (abdução de quadril) na mesma face do banco ou ocupando duas faces do banco e afastamento de 90 graus.
Imagem 2

Imagem 3

Imagem 4

Desse modo o assento do banco deverá ter o tamanho necessário para que a pessoa possa estar nessa posição sentada durante todo o arremesso/lançamento durante todo o movimento até a aferição da posição de queda do implemento (Regra 36.1.b). Para manter essa posição o atleta poderá estar amarrado a cadeira com fitas e sistema de fivelas ou velcro, desde que o mesmo não seja elástico.

O suporte dos pés (Regra 35.1.g) poderá ser usado apenas para suporte e estabilidade.

Cadeira de Rodas de uso diário podem ser usadas para competir desde que atenda as necessidades da Regra (Regra 35.1.h).

Todo o banco de lançamento, suporte para os pés e barra das mão deverão estar dentro do plano vertical do circulo de lançamento (Regra 35.4).

o banco de lançamento pode ter as dimensões corretas como tamanho do assento, barra e altura máxima, como podemos ver nas imagens a seguir (Imagens 5 e 6)

Imagem 5
Imagem 6













No entanto, quando colocamos uma pessoa sentada na almofada a pessoa não tem a parte posterior de sua coxa encostada no assento, como apontado na regra 36.1.a, veja na imagem  7 .
Imagem 7
Na imagem 8 podemos ver a posição correta do atleta na cadeira, com o ajuste da Tuberosidade Isquea e da parte posterior do Joelho.
Imagem 8
Já na imagem 9, podemos ver o atleta com a parte posterior do joelho sem contato com o assento da cadeira, descaracterizando a posição preconizada na regra.

Imagem 9
A imagem 10, coloca a atleta numa situação limite da regra que pode levar a queima, uma vez que ela se encontra com na posição mínima para o lançamento, mas qualquer movimento pode leva-la a perder o contato.
Imagem 10

Para minimizar os problemas do assento o atleta pode ser amarrado com fitas nas pernas e quadril, conforme podemos ver na imagem 11 e 12. 
Imagem 12
Imagem 11
A cadeira amarela usada nessas imagens é do Clube APEF MS (imagem 13), essa permite um bom ajuste do equipamento ao atleta, bem como adaptação a vários usuários.

Imagem 13
Enquanto a cadeira a seguir não atende a questão de ter o assento quadrado ou retangular (imagem 14).
Imagem 14


A cadeira tem de ser entendida como parte do atleta e o movimento de lançamento, construído a partir das características da cadeira e mobilidade do atleta.

Wednesday, January 23, 2013

Lesão e Atletas com deficiência visual no Atletismo

O entendimento das lesões é uma ferramenta para potencializar o treinamento do atleta, já que o atleta treinando por mais tempo sem interrupções será mais eficiente em sua performance esportiva.

Foi publicado na revista Medicine Science Sport Exercise o estudo com atletas brasileiros com deficiência visual sobre o perfil de lesão na prática de atletismo. A amostra foi representativa dos atletas que competiram em eventos da Confederação Brasileira de Desporto para Cegos e Comitê Paralímpico Brasileiro em eventos no ciclo entre os Jogos de Atenas e Pequim


Lesão e from Ciro Winckler

Saturday, January 12, 2013

O Club

O Club, implemento para as classes F51 e F32, deve ser confeccionado em madeira conforme as instruções a seguir.

Overal Length - comprimento
Diameter of Widest Part - Diamentro da parte mais larga
Diameter of Neck - Diametro do pescoço (abaixo da cabeça do implemento)
Weight - Peso
Metal end Diameter - Diametro da parte de Metal
metal end thickness - Espessura da Parte de Metal

Competição de Club em Pequim 2008


Treinamento de Club atleta com Paralisia Cerebral Classe F32