Sunday, March 25, 2012
Uso do Banco nas provas de arremesso e lançamento
Saturday, February 25, 2012
Atleta Guia
Chegada de prova de 100 metros classe T11
Os guias de colete laranja sempre estão atrás da linha do peito ou ombro dos atletas cegos.
Final dos 200 metros T11 feminino do Campeonato Mundial 2011
No vídeo dá para observar a alocação da dupla em duas raias, o método de corrida e a chegada.
Monday, February 13, 2012
Luvas para atletas cadeirantes nas provas de corrida
As provas de corrida de cadeira de rodas usam técnicas de manejo da cadeira totalmente diferenciadas das outras modalidades. O contato da mão no aro propulsor ocorre com a parte posterior dos dedos (costa da mão). Para isso o atleta deverá usar uma luva, não somente para proteção, mas para aumentar a eficiência do movimento. Alguns atletas usam cola para fixar melhor a luva no aro propulsor, material semelhante ao usado para jogar handebol. Essa poderá ser de borracha macia, plástico duro ou de fita adesiva. A primeira é vendida comercialmente, a segunda e a terceira podem ser confeccionadas pelo atleta ou treinador. Cada atleta pode necessitar de uma luva específica conforme sua característica de contato no aro propulsor ou das características ambientais (chuva ou tempo seco).
A seguir dois links, no primeiro como confeccionar luvas de plástico duro, enquanto no segundo uma aula sobre atletismo em cadeira de rodas (está em inglês, mas vale assistir mesmo que o domínio da lingua seja pequeno)
Construção da Luva
Aula sobre cadeira de rodas
http://www.wcracing.net/misc/index.html
A seguir algumas fotos do curso do Treinador Peter Eriksson com imagens de luvas e pontos de contato da luva no aro propulsor
Tuesday, September 20, 2011
Congresso VISTA 2011
Foi realizado na Alemanha o Congresso Cientifico do IPC, a divulgação de novas pesquisas e de novos caminhos podem ser acompanhados pelos Anais do Congresso disponivel a seguir
Tuesday, July 12, 2011
Treinamento em Cadeira de Rodas
O tópico sobre atletismo em cadeira de rodas apresenta um pouco da técnica de corrida, da fisiologia e do treinamento.
Vale a pena a leitura!
A seguir segue o link da publicação, para que todos possam dar uma olhada em seu conteúdo.
http://books.google.com.br/books?id=H43rKeYSeBcC&printsec=frontcover&dq=Goosey-Tolfrey&hl=pt-BR&ei=mu8cTspK6uDRAdqh5fMH&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CCkQ6AEwAA#v=onepage&q&f=falseUma
Monday, June 20, 2011
Mais um pouco dessa parceria entre Para-atletismo e Ciência
Durante os Jogos Paraolímpicos de Pequim foi realizada uma investigação sobre o padrão de sono e ansiedade dos participantes da modalidade atletismo nos Jogos.
Os resultados do estudo além de serem uma referência para a área, serviram como suporte para a aclimatação do Campeonato Mundial da Nova Zelândia em 2011.
A ciência tem de ser algo ciclico e sem ficar restrita as prateleiras de livros nas bibliotecas ou em tempos modernos as bases de dados na internet. O retorno tem de ocorrer de maneira direta, para que os atletas possam ter evolução de sua performance.
O artigo publicado em 2012 no British Journal of Sports Medicine, mostra os resultados da primeira fase de identificação do problema.
Silva, A., Queiroz, S. S., Winckler, C., Vital, R., Sousa, R. A., Fagundes, V., … de Mello, M. T. (2012). Sleep quality evaluation, chronotype, sleepiness and anxiety of Paralympic Brazilian athletes: Beijing 2008 Paralympic Games. British Journal of Sports Medicine, 46(2), 150–154. http://doi.org/10.1136/bjsm.2010.077016
Corpo Eficiente ou Super Corpo
O atleta sul-africano Oscar Pistorius alcançou no Meeting de Lignano (Itália), no último dia 19 de julho, o índice para o Campeonato Mundial da IAAF na Coreia do Sul e, também, marca mínima para participar dos Jogos Olímpicos de Londres.
Mérito muito grande do atleta e de seu estafe técnico. No entanto, surge a dúvida de que isso é fruto somente de treinamento e potencial genético ou a tecnologia da prótese seria um terceiro componente.
Essa discussão está pautada hoje não só na questão ética que levou ao julgamento do caso na Corte Arbitral do Esporte, já que a IAAF não permite a participação de atletas em seus eventos que utilizem recursos que gerem vantagem na competição.
Podemos usar uma lógica indutiva e entender que sem a prótese o atleta não poderia correr, logo com a prótese o atleta não tem vantagem, mas está em igualdade de condições com os demais atletas.
Um atleta treinado como no caso de Oscar e utilizando um recurso tecnológico torna o seu corpo uma estrutura simbiótica, que produz resultados esportivos fantásticos.
Nesse sentido, não podemos caracteriza-lo somente como um corpo deficiente, por conta da ausência de suas pernas, já que em sua especialidade atlética esse obtém marcas esportivas que poucas pessoas no mundo são capazes de fazer. Sua performance esportiva o torna um corpo eficiente.
No entanto, as pesquisas mais recentes tem mostrado que o uso das próteses gera um retorno de energia elástica de aproximadamente 92% em cada passada.
Não seria mais lógico caracteriza-lo, Pistorius, como Super Corpo, algo muito discutido em tempos de pós-modernidade e de tanta tecnologia.
Será que o espaço de competição dos atletas com “Super corpos” é nos Jogos Olímpicos? Isso não se caracterizaria como doping tecnológico? Poderia um atleta como Bolt amputar sua perna e colocar uma prótese que lhe daria melhor retorno mecânico e melhorar sua performace nos 100 metros?
Eticamente pessoas com estruturas mecânicas ou biônicas que gerem melhora da performance em uma especialidade, mesmo que essa seja para minimizar sua condição de incapacidade frente uma deficiência, não poderiam competir em eventos nos quais as regras não permitem a utilização desses equipamentos por todos os participantes.
Entender esse ponto de vista nos leva a um segundo ponto de discussão.
Os super corpos competem hoje em um lugar criado para os corpos deficientes, que não tinham lugar na sociedade esportiva do século XX. Será que os Jogos Paraolímpicos estão preparados para essa nova lógica?
Os Jogos Paraolímpicos sem dúvida são um espaço para esses atletas, suas potencialidades e limitações.
No entanto, o século XXI começa com um desafio para o movimento Paraolímpicos que é adequar sua filosofia, regras e classificação a essa nova possibilidade. Já que implementar essa condição no qual abre espaço ou regulamenta a utilização de recursos para os Super Corpos das pessoas com deficiência poderá trazer uma maior mídia e mostrar a possibilidade do ser humano.
No entanto, caso não seja compreendida essa nova condição isto poderá agravar a disparidade entre países ricos e pobres ou manter um sistema de classificação com o foco só na deficiência e não na possibilidade ou regras permissivas ao uso de componentes que não potencializem a equidade de condições na participação esportiva.
Ciro Winckler
A entrevista do Prof. Dr. Silvio Meira nos ajuda a entender um pouco essa discussão.
Thursday, June 16, 2011
Questões Pedagógicas do Para-atletismo
O ensino do atletismo para pessoas com deficiência visual, passa pelo entendimento básico da necessidades e características dessa população. No caso especifico a deficiência visual, cegueira e baixa visão, e a limitação causada por esse processo.
Segue um link para dois artigos publicados a alguns anos na Revista eletrônica Lecturas:Educacion Física y Deportes.
Nesses além da questão da intervenção pedagógica no atletismo é apresentada uma proposta para a avaliação da função visual de atletas com baixa visão, no ambiente de prática esportiva.
Monday, June 6, 2011
Estudos sobre Para-atletismo 1
Um dos objetivos desse espaço será disponibilizar novos estudos a respeito do Para-atletismo. Serão evidenciados estudos biomecânicos, fisiológicos, médicos, sociológicos e demais áreas que possibilitem a criação de evidencias que sustentem o trabalho dos treinadores e profissionais da saúde.
Começaremos nossa série com pesquisas que tem o enfoque nos atletas de lançamento que usam bancos ou cadeiras para essas provas (Classes F51-57 e F32-34).
Área extremamente específica e que demanda conhecimento técnico de atletismo e das características da deficiência não só para ajustes técnicos mas de adequação do banco de lançamento.
Sonia Gouveia Treinando para os Jogos Paraolímpicos de Atenas 2004
Saturday, June 4, 2011
Treinamento para Atletas Amputados
O Centro Avançado de Prótese, instituição Australiana, formada por vários especialistas na adaptação de pessoas amputadas as suas “novas” pernas e braços, além de treinadores paraolímpicos desenvolveram um manual que indica características e necessidades para o treinamento do atleta amputado ao usar próteses.
O material é muito interessante para treinadores, atletas e profissionais da saúde que trabalham com esses atletas.
O material pode ser obtido no seguinte endereço: